Agência de notícias Reuters contabiliza 18 vítimas; presidente ucraniano cobrou ações dos EUA
A Rússia lançou drones e mísseis contra Kiev, capital da Ucrânia, na madrugada desta 5ª feira (2.jul.2026), e deixou ao menos 13 mortos e 90 feridos. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky (Servo do Povo, centro), relatou o trabalho de resgate e cobrou ações dos Estados Unidos.
Em publicação nas redes sociais, Zelensky afirmou que equipes de resgate removem os escombros. Segundo ele, os ataques danificaram mais de 20 locais da cidade, a maioria edifícios residenciais. Os bombardeios também atingiram uma base de ambulâncias, um instituto de pesquisa, um hotel e estabelecimentos comerciais.

“Até o momento, sabemos que, tragicamente, 13 pessoas morreram neste ataque russo. Meus pêsames às suas famílias e entes queridos. O ataque feriu mais de 90 pessoas. Todos que precisam de ajuda recebem toda a assistência necessária”, escreveu no X.
A agência de notícias Reuters informou que o número de mortos chegou a 18.
Zelensky afirmou que a Rússia lançou mais de 70 mísseis —metade deles balísticos— e 500 drones, incluindo drones a jato Shahed. A ofensiva também atingiu as cidades de Sumy, Dnipro, Zaporizhzhia e Cherkasy. O presidente estava na Irlanda, mas voltou imediatamente para Kiev ao saber dos ataques.
Segundo Zelensky, os sistemas de defesa aérea da Ucrânia conseguiram interceptar um número significativo de alvos, mas não todos. “O fornecimento de equipamentos de defesa aérea para a Ucrânia é uma prioridade absoluta e crucial”, escreveu.
O presidente cobrou uma decisão dos Estados Unidos sobre as licenças para os mísseis Patriot, que permitiriam à Ucrânia fabricar mísseis interceptadores em seu próprio território. “São esses tipos de medidas que podem deter esta guerra e prevenir ataques como este”, declarou.




