USP cai em ranking de universidades e país segue fora do top 100

MIT segue em 1º; Brasil teve a 7ª maior taxa de queda entre os sistemas de ensino superior com 10 ou mais universidades ranqueadas

Nenhuma universidade brasileira aparece no top 100 do ranking internacional QS World 2027, divulgado na 4ª feira (17.jun.2026). Segundo a classificação, 14 instituições brasileiras caíram de posição e 8 permaneceram estáveis. Com isso, o Brasil teve a 7ª maior taxa de queda (64%) entre os sistemas de ensino superior com 10 ou mais universidades ranqueadas.

A Universidade de São Paulo é a melhor colocada entre as instituições brasileiras mesmo caindo 25 posições, ficando em 133º lugar no ranking geral. Em 2024, a USP atingiu a melhor posição já obtida pelo Brasil (85º lugar). Porém, caiu consecutivamente nos últimos 3 rankings, deixando o top 100 em 2025.

O MIT (Massachusetts Institute of Technology), que fica em Cambridge (Estados Unidos), segue em 1º lugar pelo 15º ano consecutivo. Já o Imperial College London, em Londres (Reino Unido), ocupa a 2ª posição pelo 3º ano seguido, mas divide agora o posto com a Universidade de Stanford (EUA).

Eis as universidades brasileiras que aparecem entre as 1.000 melhores no ranking:

  • USP (Universidade de São Paulo) – 133º;
  • Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) – 277º;
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro – 367º;
  • Unesp (Universidade Estadual Paulista) – 513º;
  • UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) – 600º;
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – 620º;
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul – de 741º a 750º;
  • Universidade Federal de São Paulo – de 801º a 850º;
  • Universidade de Brasília – de 851º a 900º;
  • Universidade Federal de Santa Catarina – de 901º a 950º.

O QS World University Rankings é determinado pelas pontuações de uma instituição em 5 pilares:

  • Pesquisa e Descoberta (peso – 50%), que avalia reputação acadêmica e citações por professor;
  • Empregabilidade e Resultados (peso – 20%), que avalia reputação entre empregadores e resultado de empregabilidade;
  • Internacionalização (peso – 15%), que avalia professores estrangeiros, estudantes internacionais e rede internacional de pesquisa;
  • Experiência de Aprendizado (peso – 10%), que avalia proporção de professores por aluno;
  • Sustentabilidade (peso – 5%), que avalia o impacto socioambiental.

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