Trump diz que Coreia do Sul pode se juntar a ele contra Irã

Após ataque a cargueiro sul-coreano, presidente dos EUA pede ajuda de Seul em missão militar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou nesta 2ª feira (4.mai.2026) que a Coreia do Sul pode se juntar aos Estados Unidos em operações contra o Irã. A declaração se deu depois de um ataque iraniano a embarcações no estreito de Ormuz. Dentre os alvos estava um navio cargueiro sul-coreano.

Em publicação feita na Truth Social, Trump afirmou que os ataques ocorreram no contexto do que ele chamou de “Projeto Liberdade”, uma operação voltada à segurança da movimentação marítima na região. No domingo o republicano disse que os militares americanos começariam a guiar os navios presos para fora do estreito a partir de 2ª feira (4.mai).

Na postagem, o presidente norte-americano também afirmou que forças dos Estados Unidos teriam abatido 7 embarcações iranianas descritas como “lanchas rápidas”. De acordo com ele, esses seriam os principais recursos navais restantes utilizados pelo Irã nesse tipo de operação.

Eis a tradução:

“O Irã fez alguns ataques a nações não relacionadas em relação à movimentação de navios, o PROJETO LIBERDADE, incluindo um navio cargueiro sul-coreano. Talvez seja hora da Coreia do Sul se juntar à missão! Abatemos sete pequenas embarcações ou, como eles gostam de chamá-las, lanchas “rápidas”. É tudo o que lhes resta. Além do navio sul-coreano, até o momento não houve danos na travessia do Estreito. O Secretário de Guerra, Pete Hegseth, e o Chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, farão uma coletiva de imprensa amanhã de manhã. Obrigado pela atenção a este assunto! Presidente DONALD J. TRUMP”

Apesar dos episódios, o presidente disse que, “até o momento, não houve danos significativos à travessia no estreito de Ormuz”, rota considerada estratégica para o comércio global de petróleo e outras commodities.

Trump informou ainda que o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, concederão uma entrevista coletiva na 3ª feira (5.mai.2026) para detalhar a situação.


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