A ação teve como objetivo combater um grupo investigado por extorsões praticadas pela Internet, além dos crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.
Até o momento, sete pessoas foram presas, 15 aparelhos celulares foram apreendidos e foi realizado um flagrante por tráfico de drogas.
A operação teve foco no Distrito Federal, onde se concentravam as vítimas, e em Montes Claros/MG, onde estavam os principais investigados.
A PCMG prestou apoio imprescindível nas diligências realizadas em Minas Gerais, contribuindo para a localização dos alvos e para a execução das medidas judiciais.
Durante as investigações, a equipe policial identificou um esquema baseado em anúncios falsos de garotas de programa.
As vítimas eram atraídas pela internet e, após o levantamento de informações pessoais e de vínculos nas redes sociais, passavam a receber ameaças para realizar pagamentos via Pix.
O grupo possuía divisão de tarefas, com suspeitos responsáveis pela criação de e-mails e chaves Pix, pela operação de contas bancárias de terceiros, pela centralização dos valores recebidos e pela possível lavagem do dinheiro obtido com os crimes.
Também foi identificada uma empresa, vinculada à líder da organização, a qual movimentou mais de R$ 2 milhões em aproximadamente um ano, valor incompatível com o perfil apurado, mas compatível com a lavagem de capitais.




