Oscar Schmidt tentou carreira política e sonhou com a Presidência

Ex-jogador, que morreu nesta 6ª feira (17.abr), foi secretário municipal de Esportes de São Paulo e concorreu ao Senado em 1998

O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt morreu, nesta 6ª feira (17.abr.2026), depois de uma trajetória marcada por feitos históricos no esporte e uma breve passagem pela política. No fim de 1990, ele se candidatou ao Senado por São Paulo e chegou perto da eleição.

Em entrevista ao SportTV, em 2025, Oscar afirmou que a candidatura fazia parte de um plano maior: disputar a Presidência da República. Depois de mais de uma década jogando na Europa, ele voltou ao Brasil com esse objetivo. 

Passei 13 anos na Europa pensando em voltar para o Brasil e ser presidente. Tive a chance. Fui candidato ao Senado. Dali para a Presidência é um pulo”, disse.

Na eleição de 1998, porém, foi derrotado por Eduardo Suplicy (PT). O petista recebeu 6,71 milhões de votos, enquanto Oscar, que concorreu pelo antigo PPB (Partido Progressista Brasileiro), atual PP (Progressistas), somou 5,75 milhões. 

Anos depois, o ex-jogador avaliou a derrota de forma positiva. “Ainda bem que eu perdi. Quem tem alguma coisa a perder não deve se meter lá. Vai respingar em você”, afirmou no programa “Na Grelha Com Netão”.

Antes da disputa eleitoral, Oscar teve sua primeira experiência na vida pública como secretário municipal de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo. Ele ocupou o cargo entre 1997 e 1998, na gestão do então prefeito Celso Pitta (Progressistas). No posto, atuou na promoção de políticas esportivas na capital, mas deixou a função para concorrer ao Senado.


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