“O Diabo Veste Prada 2” traz paralelos reais de situações vividas por Anna Wintuor; saiba quais

Apesar de existir uma sequência do livro escrito por Lauren Weisberger, chamado “A Vingança Veste Prada: 2”, a nova adaptação não é uma obra baseada nele

ATENÇÃO: o texto a seguir contém spoilers do filme!

“O Diabo Veste Prada 2” chegou aos cinemas nesta quinta-feira (30/4) e a reportagem do portal LeoDias, que assistiu à produção antes da grande estreia, adianta alguns detalhes! A sequência do filme, além de fazer paralelos com o tempo e questões atuais, traz situações que aconteceram de verdade com a ex-diretora da Vogue, Anna Wintour, e que são encaradas por Miranda Priestly, personagem de Meryl Streep.

Vale lembrar que o primeiro longa foi uma adaptação do livro de mesmo nome, “O Diabo Veste Prada”, lançado em 2003 pela autora Lauren Weisberger. A obra é um romance baseado na experiência real da autora como assistente júnior de Anna Wintour na revista Vogue.

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Cena de “O Diabo Veste Prada 2”Crédito: Reprodução

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“O Diabo Veste Prada 2”Crédito: Divulgação

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“O Diabo Veste Prada 2”Crédito: Divulgação

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“O Diabo Veste Prada 2”Crédito: Divulgação


Não reconhece a ex-assistente

Logo no início do filme, Andy Sachs (Anne Hathaway) retorna para um trabalho na Runway e, ao chegar lá e se apresentar, acredite ou não, Miranda não a reconhece. A editora pergunta a Nigel (Stanley Tucci) se ele sabia quem era a nova contratada. Acontece que na vida real, quando Wintour soube que o livro foi lançado, ela também disse à editora administrativa da Vogue, Laurie Jones: “Não consigo lembrar quem é essa garota”.

Proposta de biografia

No filme, durante uma conversa de amigos, um deles sugere que a jornalista escreva um livro contando a experiência de trabalhar com a lendária Miranda Priestly, editora da Runway. No primeiro momento, ela recusa e não segue com a ideia, mas posteriormente manda uma prévia para a editora e recebe uma proposta de 350 mil dólares para dar continuidade à obra.

Na vida real, a ex-assistente júnior de fato escreve o livro – como já é de conhecimento – e recebe o valor de US$ 250 mil. Ao final do filme, em um diálogo com Andy, Miranda revela que já sabia da história do livro e recomenda que a jornalista dê continuidade a ele, mas Sachs nega, e fica implícito se ela o faria, de fato, ou não.

A revista X Dior


Na vida real, Anna Wintour bancou financeiramente John Galliano no início da carreira, o ajudando a chegar na grife de luxo Dior em 1997. No filme também há um paralelo com essa história: Emily, que era a primeira assistente de Miranda, surge na continuação como uma executiva de alto nível também na Dior. E após um embate entre as duas, a ruiva questiona Miranda o motivo de tê-la empurrado para a grife contratá-la.

É importante destacar que, apesar de existir uma sequência do livro escrito por Lauren Weisberger, chamado “A Vingança Veste Prada: 2”, a nova adaptação não é uma obra baseada nele. O filme traz uma trama original focada no retorno de Miranda Priestly (Meryl Streep) enfrentando Emily (Emily Blunt) na era digital.

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