Medidas para baratear combustíveis são temporárias, diz Durigan

O ministro da Fazenda está em Washington D.C., onde se reuniu com o presidente do FMI; disse que o Brasil é visto como exemplo para lidar com impactos do conflito no Oriente Médio

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta 4ª feira (15.abr.2026), que as medidas para controlar os preços dos combustíveis são temporárias e duram até o fim de maio. As iniciativas do governo na área buscam controlar os efeitos nos preços da alta do petróleo com a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.

As falas foram feitas na porta da sede do Banco Mundial, em Washington, nos Estados Unidos, onde o ministro afirmou ainda que tem ouvido o FMI (Fundo Monetário Internacional) sobre o tema. 

De acordo com Durigan, as medidas são limitadas. O ministro declarou que elas foram focadas em áreas com mais problemas de abastecimento do país. Além disso, o ministro disse que a Fazenda está em constante avaliação sobre o retorno, necessidade e continuidade das mudanças sobre os combustíveis. 

Durigan afastou a ideia de que tais medidas tenham cunho eleitoral. “Para o período eleitoral, você dá benefício como fez o governo Bolsonaro, é proibido, tanto que depois da eleição, o Supremo veio reconsiderar e dizer que era inconstitucional. Você dá um benefício novo, seja para o caminhoneiro, para o motorista de táxi. Então, veja, aqui é racionalidade e estabilidade da economia.”, disse.

Segundo Durigan, o Brasil é resiliente e tem sido citado como exemplo ao lidar com a crise. “O Brasil foi um dos primeiros países a oferecer resposta à guerra do Irã”, disse. “Agimos visando à racionalidade e à estabilidade da economia”, completou Durigan.


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