
Ibovespa hoje
- Pesquisa Datafolha sobre 2º turno da eleição presidencial concentra atenções.
- Petróleo Brent supera os US$ 104 após notícias sobre planos de ataques dos EUA ao Irã.
- Minério de ferro atinge menor cotação em 18 meses na China.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
CME/FedWatch: 80% do mercado vê manutenção dos juros nos EUA em outubro
| 28/10 | 09/12 | |
| 4,25%-4,50% | – | 16,4% |
| 4,00%-4,25% | 19,4% | 71,2% |
| 3,75%-4,00% | 80,6% | 12,4% |
iFood está em negociações avançadas para comprar empresa de benefícios Caju, diz Valor Econômico
A plataforma de delivery iFood está em negociações avançadas para adquirir a companhia de benefícios Caju, de acordo com reportagem do jornal Valor Econômico publicada nesta quinta-feira. O acordo pode ser fechado até o final de outubro, apurou o Valor Econômico citando fontes. Tanto a iFood quanto a Caju não responderam imediatamente a um pedido de comentário.
Minério de ferro atinge menor cotação em 18 meses na China
Os preços do minério de ferro na bolsa chinesa de Dalian atingiram a menor cotação em 18 meses nesta quinta-feira, o primeiro dia útil após um feriado de uma semana na China, principal consumidora do produto, à medida que as margens fracas do setor siderúrgico prejudicavam as perspectivas de demanda por esse importante insumo para a produção de aço. O contrato de minério de ferro mais negociado na bolsa de Commodities de Dalian (DCE) DCIOcv1 encerrou o pregão diurno com queda de 3,12%, a 682,5 iuanes (US$101,84) por tonelada métrica, seu nível mais baixo desde 9 de abril de 2025. Algumas siderúrgicas chinesas já iniciaram ou planejam realizar manutenção em seus equipamentos, à medida que as perdas se agravaram, de acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Mysteel na quarta-feira. “A lucratividade das siderúrgicas continuou sob pressão, enquanto se espera que a oferta de minério aumente”, afirmaram analistas da corretora First Futures em uma nota.
Samsung projeta lucro operacional trimestral acima de US$ 80 bilhões com boom de IA
A Samsung Electronics projetou um lucro operacional trimestral acima de US$ 80 bilhões pela primeira vez, sinalizando que a sequência de resultados recordes ainda tem fôlego enquanto a maior fabricante mundial de chips de memória segue se beneficiando do boom de inteligência artificial (IA). A estimativa preliminar divulgada nesta quinta-feira (8) – mais do que o dobro do lucro operacional obtido em todo o ano de 2025 – ocorre em um momento de forte demanda global por chips avançados, à medida que empresas investem pesado em infraestrutura e aplicações de IA. Analistas e executivos do setor esperam que a oferta de memória permaneça apertada nos próximos anos, sustentando preços elevados. Para os três meses encerrados em setembro, o lucro operacional provavelmente saltou quase nove vezes na comparação anual, para 107,4 trilhões de won (cerca de US$ 80,18 bilhões), informou a empresa. O resultado colocaria a Samsung como a primeira companhia sul-coreana a superar 100 trilhões de won em lucro operacional trimestral – e, segundo a própria empresa, a primeira grande companhia global de tecnologia a cruzar esse patamar.
12 ações que caíram no rali pós-1º turno: quais ainda são oportunidades?
Suzano, Embraer e Vale lideraram perdas enquanto Ibovespa disparava; real forte explica boa parte do movimento, mas analistas recomendam separar rotação de oportunidade.
PepsiCo supera expectativas de lucro e receita no 3º trimestre fiscal
A PepsiCo teve lucro líquido de US$ 3,05 bilhões no terceiro trimestre fiscal de 2026 (encerrado em 5 de setembro), acima do ganho de US$ 2,6 bilhão apurado em igual período do ano passado. Na mesma comparação, o lucro por ação da empresa americana de bebidas e alimentos subiu de US$ 1,90 para US$ 2,23. Com ajustes o ganho por ação foi de US$ 2,34 no trimestre, superando a expectativa de analistas consultados pela FactSet, de US$ 2,29. Já a receita da multinacional teve avanço anual de 5,6% no trimestre, a US$ 25,27 bilhões, também acima da previsão da FactSet, de US$ 24,95 bilhões.
Executiva da BYD afirma que maior desafio para expansão é a geopolítica
O principal desafio à expansão da BYD é a geopolítica, afirmou Stella Li, vice-presidente executiva da BYD, nesta quinta-feira, meses depois que o presidente da empresa chinesa declarou que a meta é se tornar a maior montadora do mundo em cinco anos. “Quando fazemos negócios, queremos agir com certeza e visibilidade para que possamos controlar a situação e, assim, investir. Mas, com a geopolítica, nunca se sabe qual é a intenção nem o que eles estão fazendo”, disse Li na Cúpula da Ásia do Milken Institute, em Cingapura. Li disse que a empresa decidiu não vender carros de passeio nos EUA por enquanto, apesar de já estar presente no país há “muito tempo”, pois a situação é “complicada”.
TSMC atinge recorde de receita no 3º tri e supera previsões do mercado
A Taiwan Semiconductor Manufacturing Co (TSMC) é uma importante fornecedora de empresas como a Nvidia e a Apple.
Bomba russa deixa 33 mortos em reduto importante do leste da Ucrânia
Um ataque russo com bomba contra a cidade de Kramatorsk, no leste da Ucrânia, matou pelo menos 33 pessoas, informaram autoridades nesta quinta-feira, descrevendo o incidente como um ataque direcionado contra civis nesse importante reduto almejado por Moscou. Outras 18 pessoas ficaram feridas em um dos maiores ataques isolados deste ano, que ocorreu em uma rua onde, segundo a polícia, dois ônibus urbanos estavam em operação no momento do ataque. O presidente Volodymyr Zelenskiy descreveu o local como um ponto de ônibus. Imagens divulgadas pela polícia mostravam corpos espalhados por uma rua repleta de escombros, bem como a carcaça carbonizada do que parecia ser um ônibus. “Para eles (os russos), um ônibus com passageiros é um alvo atraente justamente porque um único ataque pode matar o maior número possível de pessoas”, disse o governador regional Vadym Filashkin no aplicativo Telegram.
Petróleo Brent supera os US$ 104 após notícias sobre planos de ataques dos EUA ao Irã
Segundo fontes da NBC News, o presidente Donald Trump e sua equipe de segurança nacional discutiram cenários que incluem uma nova ofensiva militar contra o Irã.
Corte de gastos é solução temporária para problema fiscal, diz cotado para assumir Fazenda sob Flávio Bolsonaro
O economista Marcelo Kayath, um dos cotados para assumir o Ministério da Fazenda em um eventual governo Flávio Bolsonaro (PL), defendeu nesta quarta-feira que o problema fiscal do Brasil não vai ser resolvido apenas com corte de gastos e afirmou que essa “parada de arrumação” é algo temporário para o país voltar a crescer. “O problema do Brasil só vai ser resolvido com o crescimento. O problema fiscal do Brasil não vai ser resolvido com corte de gasto”, disse Kayath em entrevista à CNN Brasil. “Corte de gasto, parada de arrumação… é uma coisa temporária pra gente ajustar as contas e dar as condições para o Banco Central cair (sic) os juros e a partir daí a gente arrumou de novo o carro, a gente volta a acelerar”, acrescentou. Kayath destacou que essa ação poderá levar daqui a um a três anos o país, dependendo das condições, a começar a crescer de 3% a 4%. “Aí sim vamos ter solução mais permanente para nosso problema fiscal”, frisou. Na entrevista, o economista e ex-diretor do Credit Suisse ressaltou ainda que só cortar não vai resolver o problema. Ao dizer que é algo temporário, ele fez uma analogia com ir ao dentista, afirmando que ninguém gosta, é chato, mas depois vai trazer prosperidade, oportunidade, emprego e renda.
Barris de petróleo saltam 5% com tensões no Oriente Médio
O petróleo sobe forte nesta quinta-feira, com as preocupações em torno do Oriente Médio mantendo os mercados em alerta, após relatos de que os Estados Unidos estariam avaliando a realização de operações militares de grande escala contra o Irã nas próximas semanas. Os contratos futuros do Brent, referência internacional do petróleo, para entrega em dezembro avançavam 3,10%, para US$ 103,31 por barril.
- Petróleo WTI, + 5,12%, a US$ 92,80 o barril
- Petróleo Brent, +5,12%, a US$ 105,33 o barril
Mercados da Ásia encerram dia com perdas
Na Ásia, o índice Nikkei 225, do Japão, fechou em queda de 1,42%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 2,62%. Na Austrália, o índice de referência S&P/ASX 200 perdeu 0,77%, enquanto o CSI 300, da China continental, caiu 1,09%. O índice chinês reabriu com forte queda após uma semana de feriados (a Semana Dourada), um dos mais importantes para a região. Os rendimentos mais elevados dos títulos têm reduzido o apetite dos investidores por ações nas últimas semanas, especialmente nos segmentos mais sensíveis ao aumento dos custos de financiamento. O setor industrial, por exemplo, é o de pior desempenho acumulado nesta semana, refletindo as preocupações do mercado com juros elevados por um período mais prolongado.
- ASX 200 (Austrália): -0,77%
- Nikkei (Japão): -1,42%
- Nifty 50 (Índia): -1,73%
- Hang Seng (Hong Kong): -1,43%
- Shanghai Composite (China): -0,79%
Bolsas da Europa têm fortes perdas
Na Europa, as bolsas abriram em baixa nesta quarta-feira. Pouco após a abertura dos negócios, o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 0,4%, refletindo o aumento da cautela dos investidores diante da alta dos preços do petróleo, dos rendimentos dos títulos públicos e das tensões geopolíticas no Oriente Médio. “O que se observa nos bancos europeus é essa crescente crise da dívida do euro, que está pesando sobre as expectativas de crescimento, em um momento em que os preços da energia estão elevando as expectativas de inflação e o BCE não vai conseguir intervir de forma a trazer alívio ao mercado”, disse Ipek Ozkardeskaya, analista sênior da Swissquote.
- STOXX 600: -1,07%
- DAX (Alemanha) :-1,14%
- FTSE 100 (ReinoUnido): -0,58%
- CAC 40 (França): -1,04%
- FTSEMIB (Itália ): -1,47%
EUA: índices futuros recuam com forte alta do petróleo
Os futuros do S&P 500 operam em queda após o índice recuar na sessão anterior, após recorde na semana. A alta dos preços do petróleo provocou uma nova rodada de vendas de títulos e ações, já que nem mesmo um lucro recorde da fabricante de chips Samsung Electronics Co. foi suficiente para estimular a demanda por ativos de maior risco. O petróleo Brent avançou mais de 3%, superando os US$ 103 por barril, após uma reportagem contestar a percepção amplamente difundida de que o presidente Donald Trump evitaria escalar o conflito com o Irã antes das eleições legislativas de meio de mandato. Os rendimentos dos títulos soberanos também subiram, com o yield do Treasury de 10 anos avançando quatro pontos-base, para 5,32%. Já o prêmio dos títulos franceses de 10 anos em relação aos equivalentes alemães aumentou para 140 pontos-base.
- Dow Jones Futuro: -0,94%
- S&P 500 Futuro: -0,55%
- Nasdaq Futuro: -0,81%
Abertura de mercados
A primeira pesquisa Datafolha sobre o segundo turno da eleição presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve concentrar as atenções dos investidores nesta quinta-feira, dia marcado no exterior por uma queda nos principais índices de ações em meio ao agravamento das tensões nos mercados de títulos soberanos com a disparada nos preços do petróleo e do gás e relatos de que algumas grandes empresas de tecnologia buscavam captar bilhões em dívidas, competindo diretamente por financiamentos limitados. Na corrida eleitoral, o Datafolha divulga sua primeira pesquisa sobre o segundo turno da eleição após o primeiro turno do pleito no último domingo, no qual Flávio Bolsonaro terminou à frente de Lula, em um resultado não previsto pelos levantamentos dos principais institutos, o que levou a um rali nas ações brasileiras e a uma queda do dólar no início da semana, embora posteriormente parte dos ganhos e da queda da divisa norte-americana tenha sido revertida nos dias seguintes. Os preços do petróleo subiam e pesavam no sentimento dos mercados no exterior em meio a ataques a navios no Golfo Pérsico, o que aumentava as tensões nos mercados de títulos e levava as ações europeias próximas a seus menores patamares em três meses. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com perdas
Investidores em Wall Street seguiram com os olhos virados para os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, que estão mais altos hoje. “As ações ficaram mais baratas desde janeiro, o que é irônico, já que estamos atingindo máximas históricas”, disse à CNBC Nancy Tengler, CEO e CIO da Laffer Tengler. “Não me incomoda a compressão de múltiplos, porque isso me indica que este mercado em alta é sustentável e o prolonga. Gosto da nossa posição atual neste mercado em alta, e o crescimento dos lucros, em última análise, impulsiona o desempenho do preço das ações”. Os mercados ainda receberam a ata da mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve, que mostrou que o Comitê quer mais uma alta ao menos das taxas de juros.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,66 | 51.179,22 |
| S&P 500 | -0,22 | 7.801,73 |
| Nasdaq | -0,22 | 27.538,69 |
DIs: juros futuros fecharam ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,441 | 0,013 |
| DI1F28 | 12,605 | 0,005 |
| DI1F29 | 12,435 | -0,010 |
| DI1F31 | 12,600 | 0,040 |
| DI1F32 | 12,700 | 0,035 |
| DI1F33 | 12,750 | 0,040 |
| DI1F34 | 12,770 | 0,060 |
| DI1F35 | 12,775 | 0,045 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,70%
O dólar comercial voltou a subir diante ao real, após três baixas seguidas. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,44%, aos 102,28 pontos.
- Venda: R$ 5,011
- Compra: R$ 5,010
- Mínima: R$ 4,982
- Máxima: R$ 5,016
Maiores baixas, maiores altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| NATU3 | -9,03 | 7,35 |
| EMBJ3 | -5,11 | 89,34 |
| HAPV3 | -4,59 | 8,52 |
| ASAI3 | -4,43 | 12,07 |
| BBDC4 | -3,68 | 21,96 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MGLU3 | 5,09 | 9,71 |
| TEND3 | 4,89 | 30,26 |
| CURY3 | 4,77 | 32,27 |
| MBRF3 | 4,10 | 18,53 |
| COGN3 | 3,90 | 2,93 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| BBDC4 | 116.400 | -3,68 |
| B3SA3 | 86.579 | -1,54 |
| ITUB4 | 83.050 | -2,66 |
| BPAC11 | 79.571 | -2,52 |
| PETR4 | 76.246 | 0,95 |
Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,74%, aos 204.302,33 pontos
- Máxima: 206.877,47
- Mínima: 204.176,12
- Diferença para a abertura: -1.532,96 pontos
- Volume: R$ 56,80 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (5): +7,70%
- Terça-feira (6): -0,52%
- Quarta-feira (7): -0,74%
- Semana: +6,34%
- Outubro: +9,64%
- 4T26: +9,64%
- 2026: +26,80%
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