Barretão, como era conhecido, construiu uma trajetória de mais de 60 anos dedicada ao audiovisual, iniciada no Cinema Novo, com clássicos como “Vidas Secas” e “Terra em Transe”. Ao longo da carreira, dirigiu e produziu mais de 100 obras, entre elas sucessos de bilheteria como “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, “O Quatrilho” e “O Que É Isso, Companheiro”. Os dois últimos renderam indicações do Brasil ao Oscar.
O velório teve início às 11h desta quinta-feira e, após a cerimônia, o corpo será cremado no Memorial do Caju. Barretão deixa a esposa, Lucy Barreto, com quem foi casado por 71 anos, além de dois filhos, nove netos e oito bisnetos.




