PCDF prende quatro por tráfico e associação, apreensão soma R$ 100mil

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por intermédio Seção de Repressão às Drogas (SRD) da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), deflagrou, nesta quarta-feira (8), a Operação Double Strike, que desarticulou uma associação criminosa voltada ao tráfico de drogas, a qual utilizava garotas de programa para a comercialização de cocaína em bares do Distrito Federal. A ação resultou na prisão de quatro pessoas, sendo dois homens, de 26 e 32 anos, e duas mulheres, de 37 e 43 anos, além da apreensão de entorpecentes, valores em dinheiro, aparelhos celulares, um veículo e uma arma de fogo com seletor de rajada e mira laser. 

 A operação policial teve como objetivo coibir o abastecimento de entorpecentes na região do Paranoá, tendo como foco investigativo fornecedores oriundos de outras regiões administrativas do DF e do Entorno. 

Na primeira ação, a partir de informações obtidas e levantamentos preliminares realizados pela equipe da SRD, passou-se a monitorar um indivíduo suspeito de comercializar drogas para outros traficantes e usuários. 

 No curso das investigações, constatou-se que o suspeito fornecia entorpecentes a traficantes de menor porte atuantes no Paranoá. Após período de monitoramento, ele foi abordado no momento em que realizaria a entrega de drogas na região administrativa de Planaltina/DF, as quais seriam posteriormente distribuídas para outras localidades do DF. 

 Durante a abordagem, os policiais encontraram em posse do autor uma porção de cocaína avaliada em aproximadamente R$ 6 mil, além de um aparelho celular utilizado para a prática criminosa, o qual foi devidamente apreendido.

  Na sequência, a equipe policial deflagrou a segunda fase da operação. A partir de denúncias recebidas, os agentes da SRD passaram a monitorar duas garotas de programa que atuavam em associação para comercializar cocaína nos bares da Asa Norte e em outras regiões do DF, inclusive no Itapoã e no Paranoá. 

Durante o monitoramento, constatou-se que as investigadas estavam associadas a um homem, que também integrava o grupo criminoso volta

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