A apresentadora Adriane Galisteu relembrou como era sua relação com Silvio Santos. De acordo com ela, o convívio com o fundador do SBT não era fácil, apesar de toda a admiração que nutria por ele. O relacionamento com o patrão, marcado por altos e baixos, teve direito a uma profecia, quando ela deixou a emissora, em 2008, e assinou com a Band no ano seguinte.
“Ele era admirável, amado, mas não era um cara fácil. Ele era a paixão da minha mãe. Ela brigou comigo por causa dele porque ela não queria que eu saísse do SBT. Era muito fã. Se fosse hoje, acho que minha relação seria completamente diferente. Trocar ideia com ele era chegar com a sua e sair com a dele”, iniciou a loira, em entrevista ao “Provoca”, da TV Cultura, exibida nesta terça-feira (7/4).
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Adriane GalisteuPortal LeoDias
No bate-papo com Marcelo Tas, Galisteu contou que o desgaste se iniciou com as seguidas alterações de horário do extinto programa “Charme”, em 2008: “Ele mudou meu horário 18 vezes em dois anos, me jogou de madrugada quase como um castigo, e era ao vivo”. Então, ela escolheu uma estratégia inusitada para aliar um chamativo para audiência e a provocação ao chefe”.
“Eu pensei: quem está me assistindo a essa hora ou está chegando da balada depois de beber ou está sentado em casa de pijama. Então, eu usei um pijama. Fiz isso para provocar, porque ele sempre falava das minhas roupas. Eu estreei de pijama. No dia seguinte tocou meu telefone. Ele adorou”, disse.
Após seguidos embates com a direção do SBT, Galisteu decidiu encerrar o contrato com a emissora. Mas não antes de ouvir uma profecia de Silvio Santos: “Ele queria que eu renovasse o contrato, e disse que a Band era uma emissora masculina e que eu pediria para voltar. Foi o que aconteceu após cinco anos. Briguei até com a minha mãe pelo Silvio”.




