Réveillon do século: Rio de Janeiro reúne fogos, drones e mais de 5 milhões de pessoas

Com multidão espalhada por palcos em toda a cidade, Copacabana concentrou mais da metade do público presente e foi o principal ponto de encontro da celebração

Reconhecida oficialmente pelo Guinness Book como a maior celebração de Ano Novo do mundo, a chegada de 2026 no Rio de Janeiro voltou a impressionar pelos números e pela dimensão do espetáculo. De acordo com a prefeitura, 5,1 milhões de pessoas participaram das festividades espalhadas por 13 palcos instalados em diferentes regiões da cidade, consolidando o Rio como o principal destino global do Réveillon.

O maior fluxo de público foi registrado em Copacabana, onde 2,6 milhões de pessoas acompanharam os shows e a tradicional queima de fogos à beira-mar. Para marcar a chegada de 2026, 19 balsas lançaram ao céu mais de 12 toneladas de fogos de artifício, criando um espetáculo luminoso que coloriu a orla e emocionou moradores e turistas.

Veja as fotos

Foto: Fernando Maia/Riotur

Praia de Copacabana recebeu a tradicional queima de fogos na virada de 2025 para 2026Foto: Fernando Maia/Riotur

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Praia de Copacabana recebeu a tradicional queima de fogos na virada de 2025 para 2026Foto: Fernando Maia/Riotur

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Praia de Copacabana recebeu a tradicional queima de fogos na virada de 2025 para 2026Foto: Fernando Maia/Riotur

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Praia de Copacabana recebeu a tradicional queima de fogos na virada de 2025 para 2026Foto: Fernando Maia/Riotur

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Praia de Copacabana recebeu a tradicional queima de fogos na virada de 2025 para 2026Foto: Fernando Maia/Riotur


Um dos momentos mais comentados da noite foi a apresentação inédita de 1,2 mil drones, considerada a maior já realizada em eventos desse porte na América Latina. O show aéreo aconteceu durante o set do DJ Alok e transformou o céu de Copacabana em um grande painel digital, com imagens como o Cristo Redentor, símbolos do Rio e até a projeção de um rosto humano interagindo com o público por meio de mensagens luminosas.

A programação musical da orla reuniu diferentes estilos e gerações. No Palco Rio, passaram nomes como Gilberto Gil e Ney Matogrosso, representantes da MPB, além de Alcione e Belo. O piseiro também teve destaque com João Gomes, que dividiu o palco com Iza, enquanto a música eletrônica ficou sob o comando de Alok, responsável por encerrar a noite. O samba ganhou espaço próprio no Palco Samba, com apresentações de Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira, Feijão e Bloco da Preta, além da participação das escolas Beija-Flor de Nilópolis e Grande Rio. Por fim, o público gospel contou com uma programação específica no Palco Leme, que reuniu artistas como Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e o Grupo Marcados.

Para garantir o funcionamento da festa, a prefeitura montou um grande esquema operacional, com cerca de 7.500 agentes de 11 órgãos municipais atuando em áreas como transporte, ordenamento urbano, limpeza, segurança, assistência social e atendimento de emergência. O monitoramento contou com 700 câmeras, sendo 307 apenas em Copacabana.

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