STF nega prisão domiciliar a Bolsonaro e Michelle se pronuncia: “Muito triste essa injustiça”

Com a negativa do pedido, Bolsonaro continuará cumprindo pena de 27 anos e 3 meses na unidade conhecida como Papudinha, no Distrito Federal. A defesa havia argumentado que o ambiente prisional não seria adequado às condições de saúde do ex-presidente, mencionando riscos e a necessidade de tratamentos contínuos.

Antes da decisão, a Procuradoria-Geral da República (PGR) já havia se manifestado contra a concessão do benefício. Ao analisar o caso, Moraes destacou que o local de custódia oferece acompanhamento médico regular, sessões de fisioterapia, possibilidade de atividades físicas, assistência religiosa e autorização para visitas de familiares e advogados.

O ministro também citou laudo da Polícia Federal (PF), indicando que as comorbidades apresentadas não justificam a mudança de regime. Outro ponto mencionado foi o episódio anterior envolvendo a violação da tornozeleira eletrônica, o que, segundo o magistrado, pesou na avaliação sobre a manutenção do regime fechado.

A decisão ocorreu um dia após atos organizados por apoiadores do ex-presidente em diferentes cidades do país, que pediam a concessão da prisão domiciliar e criticavam decisões do STF.

Michelle, que tem participado ativamente da mobilização do eleitorado bolsonarista, também compartilhou o motivo de não ter participado do ato realizado no último domingo (1º/3). Segundo a ex-primeira-dama, a ausência ocorreu por questões de saúde: ela passou por um procedimento cirúrgico na última sexta-feira (27/2) e precisava repousar: “Está tudo bem e, salvo algumas restrições, sigo com minhas atividades normais”, esclareceu. Michelle reafirmou que, apesar das decisões judiciais, continuará sustentando o discurso de confiança e resistência ao lado do marido.

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