Ex-jogador cumpre pena em presídio de Limeira (SP) após ser transferido do “presídio dos famosos”, em Tremembé, em novembro do ano passado
O meia-atacante Robinho Jr., filho de Robinho, enviou uma mensagem de aniversário ao pai, que completou 42 anos neste domingo (25/1). Na homenagem compartilhada publicamente nas redes sociais, a jovem promessa do Santos destaca o “trabalho, caráter e coragem” do ex-jogador, que está preso desde 2024 após ser condenado por estupro.
Acompanhado de um vídeo com diversos registros dos dois ao longo da vida, o atleta de 18 anos iniciou: “Pai, sua história é maior que esse momento. Sua carreira foi construída com trabalho, caráter e coragem. Hoje a luta é grande, mas seu legado segue vivo em mim. Tô só começando. Aprendendo com quem chegou longe”.
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Robinho entrou em campo acompanhado dos filhos, em 2014.Ivan Storti/Santos FC

Gabigol e Robinho Jr. no 1º treinamento do atacante no retorno ao clube.Raul Baretta/Santos

RobinhoFoto: Reprodução

A Justiça já negou pedidos da defesa de Robinho.Divulgação/Conselho Comunidade de Taubaté
“Com humildade, fé e a certeza de que Deus vê tudo. Mesmo na dificuldade, seguimos glorificando a Deus e honrando quem você sempre foi. Feliz vida, pai. Eu sigo firme por nós”, continuou Robinho Jr.
Nos comentários, diversos ex-atletas seguiram as dedicatórias para o ex-jogador. “Amo vocês”, disse Diego Ribas, que estreou profissionalmente no Santos ao lado de Robinho e encerrou a carreira no Flamengo, em 2022. Ricardo Oliveira, outro ex-Santos, acrescentou: “Sou muito grato a tudo que seu pai fez por mim”.
Robinho foi condenado a 9 anos de estupro pela Justiça da Itália, em 2020. O crime ocorreu em janeiro de 2013, em Milão, quando ele jogava no Milan. À época, autoridades italianas solicitaram a extradição imediata do ex-jogador — a legislação brasileira, no entanto, não permite extradição de cidadãos nascidos para cumprimento de pena em outros países. Sendo assim, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) votou a favor da prisão dele no Brasil e a decisão foi mantida pelo Supremo Tribunal Federal.




