A cantora nega ser responsável pelo segurança que abordou a pequena Ada e afirma que não presenciou a situação, lamentando o ocorrido e o desconforto gerado
Em nota à reportagem, o Lollapalooza afirmou que não vai se manifestar sobre o ocorrido.
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Show é paralisado no Lollapalooza por conta do mau tempoFoto: Globoplay

Chappel Roan, Jorginho e a famíliaReprodução / YouTube e Instagram

Jorginho, jogador do Flamengo, falou de situação desagradável com a cantora Chappell RoanCréditos: Reprodução

Chappell Roan e o jogador Jorginho, do FlamengoCréditos: Reprodução Instagram @chappellroan | Adriano Fontes/Flamengo

Chappell RoanReprodução
Entenda toda a polêmica:
O episódio envolvendo Jorginho e a cantora Chappell Roan começou com um relato publicado pelo jogador nas redes sociais, após uma situação ocorrida em um hotel em São Paulo durante o Lollapalooza Brasil. Segundo ele, sua enteada, Ada Law, de 11 anos, ficou animada ao reconhecer a artista no café da manhã, mas não chegou a abordá-la. Apenas olhou, sorriu e voltou para a mesa.
Ainda assim, um segurança teria se aproximado e, de forma considerada agressiva, repreendeu a mãe e a criança, acusando a menina de desrespeito ou assédio. Jorginho criticou a abordagem, classificando o episódio como desproporcional e destacando que a filha ficou assustada e chorou, além de fazer críticas mais amplas à postura da equipe da cantora.
Diante da repercussão, Chappell Roan se manifestou e negou qualquer envolvimento direto. A artista afirmou que não viu a mulher nem a criança, não foi abordada e não autorizou nenhuma ação do segurança, ressaltando que o profissional não integra sua equipe pessoal. Ela também criticou a atitude de presumir más intenções sem motivo, mas, mesmo assim, pediu desculpas pelo ocorrido, dizendo lamentar o desconforto causado.
Na sequência, a influenciadora Catherine Harding, mãe da criança e esposa de Jorginho, fez uma tréplica. Em vídeo, ela contestou parte da versão da cantora ao afirmar que o segurança não parecia ser do hotel e que estava junto à artista no momento da situação. Catherine disse não saber se houve uma ordem direta, mas ponderou que figuras públicas têm responsabilidade sobre a conduta de quem as acompanha.



