Bernardino Batista foi condenado em primeira instância, mas a decisão ainda cabe recurso e pode ser reavaliada pelas instâncias superiores da Justiça
Atenção: o texto a seguir trata de abuso infantil e pode causar gatilho. Em casos de suspeita ou conhecimento de violência contra crianças e adolescentes, denuncie de forma anônima pelo Disque 100, procure o Conselho Tutelar, uma delegacia ou ligue 190 em emergências. Proteger crianças é responsabilidade de todos.
A Justiça de Minas Gerais condenou o ex-padre Bernardino Batista dos Santos a 24 anos e 9 meses de prisão. Afastado da arquidiocese desde 2021, ele foi condenado por estupro de vulnerável cometido contra mais de 60 vítimas. Também foi determinado o pagamento de R$ 30 mil por danos morais.
O ex-líder religioso atuava na Paróquia Cristo Rei, em Contagem, Minas Gerais, e foi afastado após ser alvo de dezenas de denúncias de abusos sexuais contra crianças, com idades entre 3 e 11 anos, em um sítio no município de Tiros, na região do Alto Paranaíba. Os crimes teriam sido cometidos desde 1975.
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Foto: Reprodução Paroquia Cristo Rei

Reprodução/Google Street View

Foto: Charles Tôrres
Segundo a polícia, o último caso cometido, que teria dado origem às primeiras denúncias, ocorreu em 2016, quando uma vítima, de 4 anos à época, teria sofrido abusos durante uma festa de casamento em um sítio. A denúncia foi feita em 9 de agosto de 2025, dando início às investigações.
As investigações apontaram que o idoso cometia os crimes durante excursões a um sítio, onde dezenas de crianças da Igreja participavam das atividades realizadas no local.
Bernardino Batista foi condenado em primeira instância, e cabe recurso.
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