Equatorial Goiás registra melhores indicadores da história e reforça evolução da qualidade da energia no Estado

Os indicadores que medem a qualidade do fornecimento de energia em Goiás atingiram os menores patamares já registrados na série histórica da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Os números de 2025 consolidam um marco para o sistema elétrico goiano: 12,66 horas no DEC e 5,87 vezes no FEC, ambos os melhores resultados desde 2001.

Os dados oficiais, divulgados no Painel de Indicadores de Continuidade da ANEEL, mostram uma queda consistente ao longo dos últimos três anos e sinalizam uma mudança estrutural na rede elétrica do Estado acompanhada de uma revisão completa do modelo de gestão – um resultado que começa a refletir o processo de reconstrução e modernização do sistema, iniciado pela Equatorial Goiás em 2023.

O que os números dizem e o que isso significa na prática

Para o consumidor, a leitura é direta:

– *DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora)* mede quanto tempo, em média, cada cliente ficou sem energia ao longo do ano.

– *FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora)* indica quantas vezes o fornecimento foi interrompido.

Na prática, os menores indicadores significam menos tempo sem energia e menos interrupções: uma combinação que impacta diretamente a vida de famílias, o funcionamento do comércio, a produtividade industrial e a estabilidade das atividades rurais.

Importante lembrar que, quanto menores os números, maior a qualidade e a confiabilidade do fornecimento.

A nova fase da infraestrutura elétrica em Goiás

Por trás dos números está um processo robusto de planejamento técnico e investimento. Desde que assumiu a concessão, a Equatorial Goiás já investiu mais de R$ 6,1 bilhões para modernizar e ampliar o sistema elétrico goiano.

As obras em andamento ao longo do primeiro semestre de 2026 reforçam essa trajetória. Elas incluem ampliações de potência, modernizações de subestações, construção de novas redes e instalação e substituição de equipamentos antigos por mais modernos que equilibram o sistema e aumentam a capacidade da rede. Além disso, a manutenção preventiva contínua da rede elétrica, com ações programadas ajudam a reduzir falhas, aumentam a confiabilidade do sistema e garantir maior segurança operacional.

De forma simples, trata-se de ampliar as “estradas por onde a energia passa”. Quanto maior essa capacidade, mais fluida e segura é a circulação da energia, reduzindo riscos de sobrecarga, especialmente em períodos de maior consumo e acompanhando o crescimento das cidades.

São intervenções que muitas vezes não aparecem aos olhos da população, mas que têm efeito direto na qualidade do serviço.

O presidente da Equatorial Goiás, Lener Jayme, destaca que os resultados refletem uma transformação estruturante do sistema elétrico no Estado. “Os indicadores mostram que Goiás vive um novo momento no fornecimento de energia. Esse resultado é fruto de planejamento, investimentos consistentes e muito trabalho técnico. Ainda temos desafios importantes pela frente, mas os números comprovam que estamos no caminho certo para oferecer uma energia cada vez mais estável e confiável para a população”, afirma Lener.

Tecnologia que prepara e acelera

A modernização da rede elétrica em Goiás combina tecnologia e manutenção preventiva para aumentar a segurança e a confiabilidade do fornecimento. Sensores, drones e sistemas de monitoramento remoto ajudam a identificar riscos antes que se transformem em falhas, permitindo atuação antecipada das equipes.

Outro ponto estratégico é o livramento de rede, ação preventiva que remove vegetação próxima aos cabos elétricos e reduz ocorrências provocadas por contato com galhos e árvores, uma das principais causas de interrupções, especialmente em áreas rurais.

Com automação e acompanhamento em tempo real, a distribuidora consegue agir com mais rapidez, diminuir o tempo de resposta e manter a energia circulando com estabilidade, protegendo a produção no campo e o dia a dia das comunidades.

Rede preparada para crescer junto com Goiás

Segundo o presidente, o planejamento das obras tem como objetivo reduzir a demanda reprimida identificada na chegada da Equatorial em Goiás e, simultaneamente, acompanhar o desenvolvimento econômico e o crescimento da demanda por energia em diferentes regiões do Estado.

“Essas entregas representam um avanço importante para o sistema elétrico goiano. Ao reforçar a rede, a empresa garante mais segurança operacional e prepara o estado para continuar crescendo, com energia de qualidade para a população”, salienta.

A população pode acompanhar, em tempo real, o avanço das obras do plano de reconstrução da rede elétrica por meio do portal Trabalhômetro, plataforma pioneira que reúne dados atualizados sobre os investimentos e entregas em andamento no Estado: https://trabalhometroequatorialgo.com.br/

Uma mudança histórica, mas não o ponto final

A série histórica da ANEEL evidencia a dimensão da evolução: indicadores que já ultrapassaram 30 horas de interrupção anual no início dos anos 2000 hoje atingem os menores níveis já registrados. O movimento indica um salto técnico relevante na infraestrutura elétrica goiana.

Mas o desafio ainda não acabou. O avanço dos indicadores marca um capítulo importante, não o encerramento da jornada. O crescimento das cidades, o aumento do consumo e a necessidade de maior resiliência do sistema diante de eventos climáticos extremos mantêm a modernização da rede como prioridade permanente.

A meta agora é clara: manter a curva descendente dos indicadores e consolidar um sistema elétrico capaz de sustentar o desenvolvimento de Goiás nas próximas décadas.

*Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Em Goiás, são cerca de 7,4 milhões de pessoas atendidas em 237 municípios, cobrindo 98,7% do território estadual, o que corresponde a uma área de 336.871 km².

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