Carnaval e o peso das fantasias: participantes relatam esforço físico e resistência na Avenida

Com o tema em alta após o episódio na Sapucaí, componentes falaram sobre coreografia, quilos carregados e a experiência de desfilar

A discussão sobre o peso das fantasias no Carnaval ganhou força após os relatos envolvendo Virginia na estreia pela Grande Rio, na madrugada desta quarta-feira (18/2), na Marquês de Sapucaí. No mesmo cenário, ainda na saída de um dos desfiles, o repórter Pahby, do portal LeoDias, conversou com mulheres que haviam acabado de cruzar a avenida usando fantasias volumosas e executando coreografias. Durante a entrevista, elas detalharam o preparo físico necessário, comentaram sobre os cerca de 20 quilos carregados e descreveram as dificuldades enfrentadas sob o figurino.

Ao abordar uma das integrantes, o repórter questionou: “Coreografia com peso?” A componente confirmou o desafio e associou a performance à preparação física ao longo do ano: “É, gente forte, né. A gente malha. A gente malha o ano todo pra poder chegar na Avenida e arrasar.”

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Virginia Fonseca assina contrato com a Grande Rio para o Carnaval de 2027 / Reprodução: Instagram

Virginia Fonseca assina contrato com a Grande Rio para o Carnaval de 2027 / Reprodução: Instagram

Crédito: Reprodução Instagram @virginia

Virginia revela fantasia para estreia como Rainha de Bateria da Grande RioCrédito: Reprodução Instagram @virginia

Reprodução: Twitch/VirginiaFonsecaTV

Virginia falou sobre dores nos pés na live aberta para mostrar os bastidores do dia de desfileReprodução: Twitch/VirginiaFonsecaTV


Questionada se já sabia que a fantasia teria aquele nível de peso, respondeu: “É, mais ou menos. Sabia um pouco.” Sobre a estimativa de aproximadamente 20 quilos, confirmou: “É, mais ou menos isso mesmo. Mas tá de boa.”

Relatos sobre o desconforto

Outra mulher que também havia desfilado comentou sobre a experiência com o figurino. “Muito pesada. Muito pesada mesmo”, disse. Em tom de brincadeira, o repórter afirmou: “É pesada mas é fresquinha.” A resposta veio em seguida: “Vem aqui pra tu ver como é. E o macacão que está aqui em baixo?” Ao ser perguntada se a situação era ruim, ela declarou: “Claro que é, mas o Carnaval quem faz somos nós.”

Entre esforço e entrega

No encerramento da conversa, o repórter questionou se, apesar das dificuldades, ela estava feliz. A resposta foi direta: “Não, já fui.”

Os depoimentos evidenciam a exigência física imposta aos componentes das escolas de samba, que conciliam coreografias, deslocamento ao longo da avenida e fantasias que podem ultrapassar dezenas de quilos, em apresentações que duram mais de uma hora na Sapucaí.

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