Os fãs do NewJeans, realmente, não têm nada para comemorar. A Ador, empresa responsável pela gestão do grupo, entrou com uma ação judicial estimada em R$ 182 milhões contra Danielle, seus familiares e a ex-CEO da agência, Min Hee-jin. Além disso, a cantora teve seu contrato rescindido. Ou seja, se a banda retornar, será com apenas quatro integrantes.
De acordo com veículos da imprensa sul-coreana, o valor da penalidade será definido com base na fórmula prevista no contrato de exclusividade firmado entre as partes.
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Divulgação

NewJeans é formado por Minji, Hanni, Danielle, Haerin e HyeinDivulgação

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NewJeans é formado por Minji, Hanni, Danielle, Haerin e HyeinDivulgação

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A agência alega que Danielle descumpriu o acordo ao, supostamente, participar da gravação de um comercial para uma marca sem a autorização prévia da Ador.
Em comunicado, um representante da empresa detalhou os motivos da decisão. Segundo ele, Danielle teria violado o contrato de exclusividade ao firmar outro compromisso conflitante, realizar atividades de entretenimento de forma independente ou adotar condutas que afetariam a reputação e a credibilidade tanto da Ador quanto do NewJeans. Ainda de acordo com a agência, foram solicitadas medidas corretivas, que não teriam sido cumpridas dentro do prazo estipulado, o que levou à notificação de rescisão.
O NewJeans estreou em 2022, com formação composta por Danielle, Minji, Hanni, Haerin e Hyein, e emplacou sucessos como “Super Shy”, “OMG”, “Hype Boy” e “Supernatural”.
Relembre o caso
Em novembro do ano passado, o grupo realizou uma coletiva de imprensa de emergência para anunciar a intenção de deixar a Ador, alegando que a empresa não teria solucionado problemas apontados pelas integrantes. Na ocasião, elas também exigiram o retorno de Min Hee-jin ao cargo de CEO, após sua destituição em agosto, em meio a um conflito com a Hybe.
Na sequência, as artistas criaram novas contas nas redes sociais e, em 7 de fevereiro, anunciaram um novo nome artístico, “NJZ”, dando início a atividades de forma independente. Em março, porém, o grupo anunciou uma pausa após decisão judicial. Já em outubro deste ano, a Justiça determinou que os contratos das integrantes seguem válidos.




