Amizade de três décadas: Wagner Moura levará Lázaro Ramos ao Oscar 2026

Indicado a “Melhor Ator” por “O Agente Secreto”, artista baiano confirmou presença do amigo na cerimônia

A poucos dias da maior premiação do cinema mundial, Wagner Moura já sabe quem estará ao seu lado na noite do Oscar 2026. O ator, que concorre ao prêmio de “Melhor Ator” por “O Agente Secreto”, revelou que dividirá o momento com Lázaro Ramos, amigo de longa data e parceiro de trajetória artística. A confirmação foi feita durante entrevista ao Letterboxd, publicada nesta última segunda-feira (2/3).

Na conversa, Wagner destacou que o colega viajará para acompanhá-lo na cerimônia marcada para 15 de março. Segundo ele, a presença do amigo torna a experiência ainda mais especial. “Ele virá agora para a premiação da Academia do Oscar. Nós somos muito próximos, ele é o padrinho do meu filho, eu sou o padrinho dos filhos dele. Um ator maravilhoso e ótimo; e um ser humano maravilhoso”, disse Wagner, numa entrevista em inglês à rede social para cinéfilos.

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Amizade de Wagner Moura e Lázaro Ramos foi um dos temas comentados em entrevista à rede social LetterboxdReprodução: YouTube/Letterboxd

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Wagner Moura e Lázaro RamosReprodução: Instagram

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Filme “Cidade Baixa”, de 2005Reprodução: Videofilmes/Buena Onda

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Filme “Ó, Paí, Ó”, de 2007Divulgação: Produtora
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Lázaro Ramos e Wagner MouraReprodução: Instagram


Ao revisitar momentos marcantes da carreira, o ator fez questão de falar sobre a relação construída com Lázaro ao longo de quase 30 anos. A amizade começou ainda na adolescência, em Salvador, quando ambos davam os primeiros passos no teatro. Wagner contou que ficou impactado ao vê-lo atuar no palco e, movido pela admiração, tomou a iniciativa de se aproximar.

Desde então, os dois dividiram projetos importantes no cinema e no teatro. Entre os trabalhos lembrados estão “Cidade Baixa” e “Ó Paí, Ó”. As produções reforçaram a identidade baiana nas telas e consolidaram a parceria entre eles.

Sobre “Cidade Baixa”, Wagner recordou que o longa foi um divisor de águas em sua trajetória e também na de Lázaro. O período de gravações e as viagens entre Salvador e Rio de Janeiro, segundo ele, fortaleceram ainda mais os laços pessoais e profissionais.

Já ao falar de “Ó Paí, Ó”, o ator mencionou uma cena específica que o marcou profundamente. Ele relembrou ter ficado tão impactado com a atuação intensa do amigo que, no momento da gravação, quase perdeu a própria fala. Para Wagner, dividir a cena com Lázaro é sempre uma experiência poderosa.

Além de exaltar o talento do colega, o indicado ao Oscar ressaltou a proximidade entre as famílias e a admiração que nutre pelo amigo, a quem considera um irmão. A expectativa agora é que, juntos, celebrem a indicação brasileira em uma edição que também conta com outras representações do país.

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