Equipe jurídica defende que cantor foi “provocado” na acusação de agressão
Na segunda-feira (28/7), os advogados de P. Diddy pediram liberdade provisória mediante fiança de 50 milhões de dólares, o equivalente a R$270 milhões. Segundo a revista People, a defesa alegou que as parceiras do cantor participavam consensualmente das práticas de swing e, sobre as acusações de agressão, a justificativa foi de que ele teria sido “provocado”.
No início de julho, Diddy foi condenado por duas acusações de transporte para fins de prostituição. Embora tenha sido absolvido das acusações de extorsão e tráfico sexual, ele aguarda a data de sua sentença, marcada para 3 de outubro. Pela lei local, ele deve permanecer preso até lá, mas sua defesa busca maneiras de conseguir a liberação.
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P. Diddy no clipe da canção “Come To Me”, com Nicole ScherzingerReprodução: YouTube/Bad Boy Entertainment

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Sean P. DiddyReprodução
De acordo com informações da People, a equipe jurídica de Diddy entrou com um novo pedido para garantir sua liberdade pelos próximos três meses. No documento, os advogados alegam que há “circunstâncias excepcionais” que justificariam a libertação do cantor e afirmam que a lei que determina liberdade provisória nunca foi aplicada em um caso com a complexidade do dele.
Além disso, a defesa argumenta que as relações do cantor eram consensuais e reconhece que ele agrediu uma de suas parceiras, mas afirma que ela teria o provocado para iniciar o confronto físico. Nos documentos, os advogados também se comprometem a entregar o passaporte de Diddy, limitar sua circulação, restringir viagens e usar uma mansão do cantor como garantia.
Após a sentença, Sean John Combs, mais conhecido como Diddy, aguarda a divulgação da sua pena. De acordo com informações do TMZ, o artista pode enfrentar uma pena máxima de 10 anos para cada uma das acusações definidas pelo júri no caso, o que totalizaria 20 anos.




