Território que motivou guerra entre Argentina e Reino Unido, as Ilhas Malvinas estão sob domínio britânico desde a década de 1833
Um porta-voz do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, ressaltou, nesta quinta-feira (16/7), que as Ilhas Malvinas pertencem ao Reino Unido. Após derrotarem a Inglaterra nas semifinais da Copa do Mundo, jogadores argentinos exibiram uma bandeira com a frase “As Malvinas são argentinas”. O território motivou uma guerra entre Argentina e o Reino Unido em 1982.
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“A Copa do Mundo pode não ser nossa, mas as ilhas definitivamente são (…) Nossa posição não mudou. A autodeterminação cabe aos habitantes das ilhas. Nosso compromisso nunca vacilará”, afirmou o representante do governo. A fala faz referência à votação de 2013, em que 99,8% da população local votou votou pela permanência do arquipélago como um Território Ultramarino do Reino Unido.
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O príncipe William acompanha futebol e é torcedor fanático do Aston Villa.Reprodução/@princeandprincessofwales | @england

Foto: CazéTV

A Argentina está na final da Copa do Mundo de 2026 / Foto: Reprodução Instagram @afaseleccion

O desabafo do príncipe William após a derrota da Inglaterra.Reprodução/@princeandprincessofwales

A Argentina está na final da Copa do Mundo de 2026 / Foto: Reprodução Instagram @afaseleccion

A Argentina está na final da Copa do Mundo de 2026 / Foto: Reprodução Instagram @afaseleccion
O secretário de Negócios e Comércio do Reino Unido, Peter Kyle, afirmou que a FIFA deve investigar o comportamento dos jogadores adversários: “A política deve ficar separada do futebol. Na verdade, um dos princípios fundamentais da Copa do Mundo é que a política fique separada do futebol. Agora, essa é uma questão que cabe à Fifa. Esperamos que ela conduza uma investigação sobre o assunto”.
As Ilhas Malvinas, conhecidas pelos britânicos como “Falkland Islands”, ficam a 600 quilômetros da costa argentina. Em 1982, o arquipélago foi palco da guerra entre Reino Unido e Argentina. Ao todo, 649 argentinos e 255 britânicos morreram ao longo dos 74 dias de conflito, que terminou com a rendição do país sul-americano. Apesar da derrota, a Argentina ainda reivindica a soberania do local.




