Partida contra Marrocos em Nova Jersey teve 80.663 torcedores, 2º maior público do torneio até o momento; 1º jogo contra a Sérvia em 2022 registrou 88.103 pessoas
O empate da seleção brasileira contra o Marrocos pela 1ª rodada da Copa do Mundo registrou público de 80.663 torcedores, 8% a menos que a estreia do Brasil na Copa de 2022, no Catar.
Há 4 anos, o time brasileiro jogou para 88.103 pessoas ao vencer a Sérvia por 2 a 0 na partida com maior número de espectadores da 1ª rodada da fase de grupos. O jogo foi realizado no Estádio Lusail, que tem capacidade para receber 88.966 pessoas.
O público registrado neste sábado (13.jun.2026) na estreia brasileira no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), é o 2º maior da Copa de 2026 até o momento. As torcidas do Brasil e do Marrocos lotaram o estádio norte-americano, que recebeu capacidade máxima.
O número de espectadores da estreia do Brasil só ficou atrás do registrado no jogo de abertura do torneio, entre as seleções do México e África do Sul, que recebeu 80.824 pessoas no Estádio Azteca, na Cidade do México.
A partida entre Brasil e Marrocos estava entre as que tiveram mais ingressos vendidos antecipadamente. Antes do jogo, 75.000 entradas já haviam sido vendidas.
Completam a lista de partidas mais procuradas da Copa os seguintes confrontos:
- Colômbia x Portugal, em Miami (EUA);
- Brasil x Escócia, em Miami;
- México x Coreia do Sul, em Guadalajara (México);
- Equador x Alemanha, no Estádio de Nova York/Nova Jersey, o mesmo da estreia da seleção brasileira.
COPA DO MUNDO
A Copa do Mundo é um evento esportivo privado com fins de lucro. É realizado a cada 4 anos pela Fifa. As seleções se classificam por meio de eliminatórias. A comissão técnica e o elenco de cada time que disputa a competição são escolhidos por entidades privadas.
No caso do Brasil, cabe à CBF definir quem é o treinador e quais são os jogadores “convocados” (na realidade, todos são convidados e vai quem tem interesse; como o ganho comercial de marketing é grande, os atletas atendem à “convocação”).
O governo do Brasil não tem nenhuma influência na escolha do time que participa do torneio. Ou seja, não é o país que está representado na Copa do Mundo, mas uma equipe de futebol escolhida por uma entidade privada.



