Amanda de Oliveira é investigada em diferentes estados pelo mesmo crime. Ela virou ré por estelionato e falsa identidade após enganar uma família por 14 meses
O “Balanço Geral” (Record) teve acesso ao depoimento de Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, presa em Joinville, Santa Catarina, após fingir ser uma menina de 12 anos. Durante o interrogatório, a investigada afirmou possuir transtornos mentais desde a adolescência. As autoridades, no entanto, questionam as alegações por falta de evidências que comprovem os tratamentos citados.
Amanda é investigada em diferentes estados pelo mesmo tipo de crime. Ela se tornou ré por estelionato e falsa identidade após enganar, durante 14 meses, uma família que pretendia adotá-la.
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Imagem do suposto raio-xCrédito: Reprodução Instagram

Mulher que fingia ser criança sendo presaCrédito: Reprodução Instagram

Mulher que fingia ser criançaCrédito: Reprodução Instagram

Mulher que fingia ser criança foi presaCrédito: Divulgação Polícia Civil de Santa Catarina

Mulher que fingia ser criançaCrédito: Reprodução Instagram
Segundo o depoimento, ela iniciou tratamento para transtornos mentais ainda na adolescência e chegou a ser internada. “Eu comecei, eu acredito que ainda tem alguma fichinha lá que comprove, no CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da cidade de Horizonte, no Ceará. E também fiz acompanhamento no Hospital de Saúde Mental de Messejana, que fica na cidade de Fortaleza, capital”, disse a ré.
A defesa de Amanda sustenta que os golpes teriam sido cometidos em razão de insanidade mental e utiliza fotos de agulhas introduzidas no próprio corpo como evidências de automutilação. As autoridades, porém, seguem questionando a versão apresentada diante da ausência de documentos que comprovem os tratamentos mencionados.




