A atriz foi acusada de ofensas contra uma mulher trans durante uma confusão em um banheiro feminino no Rio de Janeiro
Cássia Kis se apresentou nesta sexta-feira (22/5) à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), acompanhada do advogado e do deputado estadual Márcio Gualberto (PL). A atriz prestou depoimento sobre a acusação de transfobia envolvendo uma mulher trans em um banheiro de shopping no Rio de Janeiro. Após deixar a unidade policial, aliados da artista comentaram o caso e afirmaram confiar no esclarecimento da situação.
No vídeo divulgado nas redes sociais, a ex-atriz da Globo aparece entre o parlamentar e o advogado criminalista enquanto eles comentam o depoimento. “A Cássia falou apenas a verdade, apenas os fatos, e fomos muito bem recebidos e tratados por todos os policiais civis”, iniciou Márcio Gualberto, do Partido Liberal.
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Cássia Kis é acusada de impedir mulher trans de usar banheiro femininoCréditos: Reprodução Instagram @robrobertaa

Cássia Kis é acusada de impedir mulher trans de usar banheiro femininoCrédito: Reprodução Instagram @robrobertaa

Cássia KisCrédito: Reprodução

Cássia KisDivulgação
Na sequência, o advogado Deryk Renato relatou como ocorreu o depoimento prestado pela atriz. “Foi muito tranquilo. Estamos muito tranquilos com essa circunstância inteira. Dissemos a verdade, apresentamos os fatos como eles de fato são. Estamos muito confiantes de que tudo será resolvido da melhor forma, que a justiça será feita, que a verdade prevalecerá como sempre e permanecerá sendo defendida. É o nosso apoio total à Cássia e que a gente continue assim nessa luta”, declarou.
Relembre o caso:
Cássia Kis foi acusada de cometer transfobia contra uma mulher trans identificada como Roberta Santana. O episódio teria ocorrido na sexta-feira (24/4), dentro do banheiro feminino de um shopping na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo o relato da vítima, a atriz estava na mesma fila e teria começado a ofendê-la verbalmente por ela estar utilizando o banheiro feminino. Roberta afirmou ainda que, mesmo após entrar em uma das cabines, continuou ouvindo comentários considerados transfóbicos.




