Flamengo planeja receita anual de R$ 3 bilhões até 2030

Clube aposta em diversificação de negócios com projeto de hotel 5 estrelas na Gávea, delivery no Maracanã e reality shows

A diretoria do Clube de Regatas do Flamengo projeta ampliar a receita anual para R$ 3 bilhões até 2030. O objetivo é assegurar uma situação financeira saudável para o clube nos próximos anos, independentemente dos resultados em campo.

Para isso, o Flamengo aposta em um projeto de diversificação de negócios, que inclui a construção de um hotel 5 estrelas na Gávea, delivery no Maracanã e um reality show esportivo.

METAS FINANCEIRAS

A recente eliminação do Flamengo na Copa do Brasil e outras derrotas não terão impacto significativo a ponto de desestabilizar as finanças do clube.

O Flamengo foi o 1º clube brasileiro a atingir receita de R$ 1 bilhão, em 2021, e de R$ 2 bilhões, em 2025. O orçamento prevê arrecadação de R$ 1,8 bilhão para 2026, mesmo sem contabilizar a premiação da Copa do Mundo de Clubes da FIFA.

Para alcançar a meta anual de R$ 3 bilhões até 2030, o clube planeja projetos de expansão financeira em diferentes áreas.

EXPANSÃO FORA DE CAMPO

No setor imobiliário, a diretoria pretende construir um hotel 5 estrelas na sede da Gávea, bairro nobre da zona sul do Rio de Janeiro.

Na área de comunicação, a ideia é investir em um reality show ligado ao futebol na Flamengo TV. O formato está entre os produtos de maior audiência da TV brasileira, o que justificaria o investimento.

O Flamengo também pretende criar um aplicativo de delivery de comidas e bebidas para funcionar dentro do estádio.

Outro projeto que deve ser lançado em breve é uma marca própria de moda casual feminina, chamada Gávea. A iniciativa considera pesquisas de mercado segundo as quais mulheres compram 6 vezes mais peças de roupa do que homens.

VISÃO HETERODOXA

O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, afirmou que o crescimento exigirá ações além das quatro linhas.

“Tem uma série de coisas que vamos fazer que não têm absolutamente nada a ver com futebol que vão turbinar esse aumento de receita. Quando se olha para direito de transmissão, número de partidas, ticket médio, premiação, não tem como crescer, realmente, olhando de uma maneira ortodoxa. Tendo uma visão mais heterodoxa, vai caber mais R$ 1 bilhão em 3, 4 anos”, disse Baptista na 5ª feira (14.mai.2026) em entrevista ao videocast Sport Insider, do canal N Sports no YouTube.


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