Receita bruta foi de R$ 11,4 bilhões e vendas totais, com marketplace, chegaram a R$ 15,2 bilhões; margem ajustada antes de juros e impostos foi de R$ 717,6 milhões
O Magalu teve alta de 6,9% nas vendas em lojas físicas no 1º trimestre de 2026 na comparação com o mesmo período de 2025, segundo relatório divulgado pela empresa nesta 5ª feira (7.mai.2026).
A receita bruta do Magalu foi de R$ 11,4 bilhões no 1º trimestre de 2026. A receita líquida, em que são excluídos impostos e outros itens, foi de R$ 9,2 bilhões. As vendas totais, incluindo o marketplace, foram de R$ 15,2 bilhões.
O lucro bruto foi de R$ 2,8 bilhões, com margem de 30,8% sobre a receita líquida. Houve alta de 0,2 ponto percentual na margem bruta em relação ao 1º trimestre de 2025.
O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, amortizações e impostos) foi R$ 685,4 milhões no período, o que representa margem de 7,4% sobre a receita líquida. O Ebitda ajustado, em que se excluem itens não-recorrentes, foi de R$ 717,6 milhões. Representa margem de 7,8% sobre a receita líquida.
O lucro líquido foi negativo em R$ 55,2 milhões no período. O lucro líquido ajustado, excluídos itens não-recorrentes, foi negativo em R$ 33,9 milhões.
O relatório destaca os resultados do MagaluPay, de serviços financeiros. A base de cartões de crédito atingiu 5,6 milhões de cartões em março de 2026. O Luizacred teve lucro líquido de R$ 75 milhões no 1º trimestre de 2026. A inadimplência caiu. Houve redução de 0,2 p.p. no atraso de 15 a 30 dias e de 0,9 p.p. no atraso superior a 90 dias em março de 2026 em relação ao março de 2025.
O Magalu encerrou o período com posição de caixa total de R$ 6,2 bilhões. O relatório faz esta afirmação: “Provamos que é possível equilibrar o foco inegociável na proteção das nossas margens operacionais e no rigoroso controle de despesas com inovações transformacionais”.
Disclaimer: o CEO do Magalu, Frederico Trajano, é acionista minoritário do jornal digital Poder360.




