McLaren e Williams relembraram legado do brasileiro nesta 6ª feira; piloto morreu em 1994 após batida na curva Tamburello, na Itália
A Fórmula 1 e as escuderias homenagearam Ayrton Senna (1960-1994), na data que marca os 32 anos de sua morte. O piloto brasileiro, tricampeão mundial, morreu em 1º de maio de 1994 depois de um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália, aos 34 anos.
Em mensagem oficial, a Fórmula 1 afirmou que o piloto segue presente na memória do esporte e é uma referência para diferentes gerações. A McLaren, equipe pela qual Senna conquistou seus 3 títulos mundiais, destacou a histórica relação com o brasileiro.
“With regard to performance, commitment, effort, dedication, there is no middle ground. Or you do something very well or not at all.”
Today we remember Ayrton Senna 💛#McLarenF1 pic.twitter.com/QMwywKI3sZ
— McLaren Mastercard Formula 1 Team (@McLarenF1) May 1, 2026
A Williams, última escuderia defendida pelo tricampeão, também publicou tributos ao ídolo.
Senna Sempre 💙 pic.twitter.com/i3TQ0Cq2XT
— Atlassian Williams F1 Team (@WilliamsF1) May 1, 2026
Durante as homenagens em Ímola, pilotos como Sebastian Vettel fizeram exibições com carros históricos da McLaren. Houve uma cerimônia na curva Tamburello.
O ACIDENTE EM ÍMOLA
Ayrton Senna morreu na 7ª volta da prova no Autódromo Enzo e Dino Ferrari. Segundo dados técnicos e investigações do acidente, a barra de direção de sua Williams FW16 quebrou, fazendo com que o carro seguisse reto e atingisse o muro da curva Tamburello a 210 km/h.
O neurocirurgião Sid Watkins, que fez o atendimento na pista, relatou que o piloto sofreu um ferimento maciço no cérebro. A necropsia confirmou que uma parte da suspensão do carro perfurou o capacete e o crânio do brasileiro, causando a morte instantânea às 14h17 no horário local.
O fim de semana daquele Grande Prêmio foi um dos mais trágicos da história do automobilismo. Registrou também a morte do austríaco Roland Ratzenberger no sábado e um grave acidente do brasileiro Rubens Barrichello na 6ª feira.
Na época, o enterro de Ayrton Senna foi realizado em São Paulo, no Cemitério do Morumbi, com honras de chefe de Estado e a presença de cerca de 2 milhões de pessoas.



