Jordana merecia sair com uma porcentagem maior do “BBB26”. Afinal, como bem percebeu Samira, falsidade tem limite — e preço. Os 71% foram pouco.
Negra Jor se mostrou uma boa jogadora em alguns momentos, mas sua máscara caiu por causa do salto alto. Achou que estava arrasando (era louca por um VT), falava mal de supostos aliados, ficou com o crush da amiga sem contar para ela e ainda tentou criar enredos e barracos na reta final. Enfim, nadou, nadou e morreu na praia.
Vale explicar: o problema não foi ela ficar com Jonas. Afinal, ele não era namorado de ninguém. O erro foi não ter contado para sua aliada — ou “amiga”.
No fim, sua saída já era esperada há tempos. O que aconteceu foi mais sorte do que torcida. Teve sorte de Samira ser tão falsa quanto ela e acabar no paredão. Teve sorte ao “acertar” o jogo em momentos decisivos e ao virar líder. Aliás, quando conquistou a liderança pela primeira vez, já mostrou suas verdadeiras intenções. Jordana se achava tão esperta que nem percebeu que estava sendo manipulada por Aline e Cowboy.
Criticava as atitudes dos outros, mas, quando errava, sempre tinha uma justificativa: provocação ou ataque.
Enfim, o jogo acabou para Negra Jor, apelido que ganhou após se declarar parda em concurso público — algo que muitos consideram uma espécie de “afroconveniência”, quando a pessoa só assume essa identidade afrodescendente quando lhe convém. No fim das contas, isso parece combinar com a trajetória de Jordana no jogo.
Que ela seja uma pessoa mais verdadeira aqui fora.




