Segundo pesquisa, a gestão do governador tem 15% de desaprovação e avaliação positiva supera negativa com ampla vantagem
A pesquisa do Real Time Big Data divulgada nesta 4ª feira (18.mar.2026) indica que o governo de Ronaldo Caiado (PSD) é aprovado por 82% dos eleitores em Goiás, enquanto 15% desaprovam a gestão. Outros 3% não souberam ou não responderam. Eis a íntegra da pesquisa (PDF – 6 MB).
Na avaliação detalhada, 58% dos entrevistados classificam a administração como boa ou ótima. Outros 27% consideram o governo regular, enquanto 13% avaliam como ruim ou péssimo. Não souberam ou não responderam somam 2%.
Os dados indicam ampla vantagem da avaliação positiva sobre a negativa no Estado, com diferença de 45 pontos percentuais entre os que consideram a gestão boa ou ótima e os que a classificam como ruim ou péssima.
Prioridades para o próximo mandato
O levantamento também investigou quais áreas devem ser prioridade para o governador nos próximos 4 anos. A saúde lidera, com 28% das menções, seguida por infraestrutura (17%) e transporte (13%).
Na sequência aparecem segurança pública (12%), educação (10%) e geração de emprego (9%). A economia é citada por 7% dos entrevistados, enquanto 4% não souberam ou não responderam.
Perfil da amostra
Os dados demográficos indicam que a amostra é composta por 53% de mulheres e 47% de homens. Em relação à escolaridade, 47% têm até o ensino médio completo, 35% até o ensino fundamental completo e 18% possuem ensino superior incompleto ou mais.
Por faixa de renda, 43% dos entrevistados recebem até 2 salários-mínimos, 37% ganham de 2 a 5 salários-mínimos e 20% têm renda superior a 5 salários-mínimos. No recorte por idade, 47% têm entre 35 e 59 anos, 32% têm de 16 a 34 anos e 21% têm 60 anos ou mais.
Metodologia
A pesquisa foi realizada pelo Real Time Big Data de 16 a 17 de março de 2026. Foram entrevistadas 1.500 pessoas no Estado de Goiás. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código: GO-07569/2026. Segundo a empresa, o estudo custou R$ 60.000 e foi pago com recursos próprios.




