Edílson ainda fala em desistir do “BBB”, mas tem dívidas que totalizam o triplo do prêmio

A situação dramática envolve penhora de bens da família, leilão de mansão e uma “bola de neve” financeira que a defesa atribui à má gestão

Enquanto está lutando para levar o prêmio de R$ 5.440.000 no “BBB26”, mas também apresenta dúvidas sobre sua permanência, Edilson “Capetinha” enfrenta uma situação delicada fora da casa por conta de uma dívida trabalhista enorme. O valor já estaria tão alto que nem se o ex-atleta saísse milionário do reality show, seria o suficiente para limpar o nome.

Segundo informações do Splash UOL, a conta do ex-jogador já estaria superando o triplo do valor oferecido para o vencedor do programa. As coisas ficaram tensas porque as empresas do brother não teriam apresentado fundos ou patrimônio para honrar com seus pagamentos.

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Crédito: Globo/Manoella Mello

Edilson CapetinhaCrédito: Globo/Manoella Mello

Foto: Instagram @edilsonjogador

Edílson CapetinhaFoto: Instagram @edilsonjogador

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Justamente por isso, a Justiça tomou a decisão drástica de desconsiderar a personalidade jurídica dos negócios. Isso significa que a blindagem das empresas caiu e as cobranças partiram diretamente para o CPF de Edilson e de seu sócio, identificado como Gleidson Falk Santiago Ferreira.

Inclusive, uma estratégia chamada Regime de Execução e Expropriação Forçada (REEF) pode acabar tirando tudo o que o famoso ganhar dentro do “BBB26” para abater os valores da dívida. Os advogados tentam recuperar os valores desde 2016, e já foram quitados cerca de R$ 56 milhões por meio de pagamentos e expropriações.

Como a Justiça teve dificuldades reiteradas em encontrar ativos no nome do ex-atleta, o círculo familiar sofreu as consequências. Registros do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5) mostram que a mãe de Edilson, Maria de Lourdes da Silva Ferreira, teve bens penhorados para cobrir o rombo.

Um exemplo do tamanho do problema foi a perda de um imóvel de luxo em Salvador. Em 2020, uma mansão do ex-jogador no condomínio Horto Florestal, avaliada em R$ 3 milhões, foi usada para quitar uma ação de apenas R$ 80 mil, movida por um ex-funcionário. A equipe jurídica de Edilson afirmou que o ex-jogador não está fugindo de suas responsabilidades.

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