Consagrado como um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, Roberto Cabrini vive uma fase de ouro profissional. À frente do “Domingo Espetacular”, da Record, ao lado de Camila Busnello, o veterano conversou com a repórter Cíntia Lima, do portal LeoDias, e deixou claro que o conforto do estúdio não o afasta de sua maior paixão: as ruas.
Durante o bate-papo, ele também se derreteu ao falar sobre a carreira da filha, Gaby Cabrini, que vem se destacando cada vez mais na televisão. Para o comunicador, ancorar um programa de peso sem perder a vivência da reportagem é o que torna o momento tão especial.
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Roberto CabriniPortal LeoDias

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“É uma das fases mais gratificantes da minha carreira, aonde eu posso ancorar um programa indo também pra rua. Eu jamais vou perder a minha essência da reportagem”, garantiu. O jornalista relembrou coberturas recentes e históricas que o colocaram no centro da notícia mundial, como os terremotos na Turquia e na Venezuela, a morte da rainha Elizabeth II e as guerras.
O oxigênio da notícia e o orgulho de pai
Questionado se aceitaria deixar o trabalho de campo em algum momento da vida, a resposta foi categórica e imediata: “É o meu oxigênio. Eu jamais vou parar!”, cravou o âncora. Ele ressaltou que a presença in loco é a grande marca do dominical que apresenta.
“As pessoas sabem que o ancora do programa ele não fica só no estúdio, que ele vai pro olho do furacão […] É o que eu penso no jornalismo e é o que eu procuro trazer pro ‘Domingo Espetacular’ em uma emissora que me dá todas as condições para isso”, afirmou.
O lado paizão coruja também falou alto quando o assunto foi Gaby Cabrini, que brilha diariamente no comando do “Fofocalizando”, no SBT: “Olha, a gente é uma família muito unida. A gente está sempre juntos, nós sempre trocamos ideias”, contou.
Apesar de a filha seguir pelo caminho do entretenimento, Cabrini destacou a base ética que ela carrega do jornalismo: “Ela obedece preceitos jornalísticos de ouvir todas as partes, de se manter bem informada, de se preparar para uma transmissão ao vivo… Então, hoje eu sou um telespectador privilegiado de uma carreira vitoriosa, porque eu tenho muito orgulho dela”.
Ao final da entrevista, o veterano esbanjou simpatia e fez questão de enaltecer o trabalho da repórter Cíntia Lima: “Eu acompanho a sua carreira e sei do seu brilhantismo, sei da sua ética, que é uma coisa que converso muito com a minha filha, né? E sei da sua agilidade”, elogiou o comunicador.



